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Universo Tuning #104

Deixar a gasolina na reserva pode causar danos ao seu carro.
Você viu o ponteiro da gasolina indicando que o tanque está na reserva. Nas suas contas, ainda pode rodar mais um pouco e quando for abastecer, vai colocar só uns trocados. Se você vê essa situação como um hábito familiar, saiba que pode causar danos ao seu carro e ao seu bolso.

Um carro que anda sempre na reserva, com o tanque sendo abastecido aos pouquinhos, sofre e pode parar na oficina para reparos que poderiam ser evitados. Um dos maiores problemas de se andar com pouco combustível é a sujeira que começa a se acumular no fundo do tanque. Segundo os especialistas, com menos líquido no recipiente, a sujeira fica mais aparente e concentrada e pode facilmente entupir os bicos injetores, ocasionando falhas e aquelas típicas “engasgadas”.

Outro problema é a temperatura da bomba de combustível. Com menos líquido circulando no sistema, a peça funciona com temperatura mais alta, uma vez que o próprio combustível ajuda a resfriar e manter uma temperatura amena. Assim, o desgaste é maior e a vida útil da peça diminui. Sem contar que o motorista pode ser pego de surpresa, enfrentar uma pane seca, parar no meio da rua e ser multado por isso.

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Carretinha HINORCERONTE

É galera, criatividade é o que não falta para os hinoríacos!
O nosso representante Alex quis montar uma carretinha e chamou o instalador Wagner Gurgel, da loja WG Audio Service, para montar o som.

Segundo o Alex, o Wagner é um dos maiores instaladores de som pra fora, no Pará. Ele já foi competidor por muito tempo, e depois de tantos MTM’s foi convidado para ser fiscal Norte.

A carretinha HINORCERONTE surgiu de uma proposta do Wagner de conhecer os falantes de 2500W. A ideia inicial era montar um som com 4 EVO’s, mas o projeto terminou assim:
16 falantes EVO 2500W 4 ohms
8 HDC3000
8 HST600

Amplificadores: apoio da Soundigital
Baterias: apoio da Extraranger

Para concluir o projeto, o Wagner também fez um CD HINORCERONTE! Baixa esse som, aqui, e curte aí. =P


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#UniversoTuning 103

Com um poderoso motor 6.2 V8 com compressor mecânico de 717 cv de potência e 89,8 kgfm de torque, a Dodge afirma ter criado o sedã mais potente e rápido do mundo, ultrapassando o Mercedes S65 AMG, que detinha o título até então.

Com sobrenome SRT Hellcat, o Charger alcança os 100 km/h em 3,7 segundos e a velocidade máxima chega a 328 km/h. O muscle car ainda conta com transmissão manual de seis velocidades, ou automática de oito marchas, e também com sistema de chaveamento capaz de liberar parcialmente ou integralmente a fúria existente debaixo do capô.

O visual agressivo do esportivo fica por conta da grade frontal única, do capô com entradas de ar feitas de alumínio e das luzes de LED que contornam os faróis. Os bancos foram redesenhados para maior conforto dos passageiros e o volante é multifuncional, com controle de velocidade, sistema de som e comandos para acessar o telefone.

Fonte: AutoEsporte

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Universo tuning #102

Burt Munro quebra o próprio recorde… 36 anos depois de sua morte.
Segundo John Munro, filho de Burt, na época os oficiais da AMA (American Motorcyclist Association, organizadora das medições) não usavam calculadoras. Ele fez as contas e chegou à média de 296,259 km/h, a velocidade correta. John ligou para a AMA, pedindo que o recorde fosse revisto, porém a associação afirmou que “não comete erros”. Então lhes enviou uma cópia do certificado original, pedindo que fizessem as contas.
A resposta foi esta:

“Isto é um novo certificado da AMA, com o novo recorde de velocidade de Burt Munro, que morreu há 36 anos — e finalmente pode descansar em paz, onde quer que esteja.”

A história tem início em 1920, quando Burt foi até uma loja, onde ficou encantado por uma Indian Scout, com motor V-twin de 606 cm³ e pintura vermelha, e a levou para casa. Tempos depois, Burt, que era um entusiasta, começou a modificar sua Scout, a fim de deixá-la mais rápida do que os 89 km/h, sua velocidade máxima.

Ele era vendedor de motos, trabalhava muito e ganhava pouco, e, obrigado a adotar um modo próprio de modificação, improvisava ferramentas e componentes com o metal que iria para o lixo. Chegava do trabalho à noite, ia para a garagem mexer na moto e lá passava a madrugada toda, voltando para o trabalho no outro dia sem dormir. Assim, modificando sua moto ao longo de  50 anos, tornou-se uma das pessoas que mais acumulou conquistas sobre duas rodas no século XX.

O primeiro recorde foi estabelecido em 1962: 288 km/h, na classe abaixo de 883 cm³. Em 1966, na classe abaixo de 1.000 cm³, chegou aos 270,476 km/h. Em 26 de agosto de 1967, o já famoso motociclista Burt Munro, foi até as planícies de sal de Bonneville e estabelece outro recorde mundial. Sua Indian Scout alcança 295,453 km/h, com velocidade não oficial de 331km/h. Feito que lhe rendeu um filme, “Desafiando os limites” (2005), no qual Burt é interpretado por Anthony Hopkins.

O recorde permaneceu até o começo de agosto, quando foi quebrado pelo próprio Burt Munro, 36 anos depois de sua morte. Segundo o site Motorcycle USA, o filho de Burt, John Munro, notou um erro de cálculo nos registros oficiais da AMA. De acordo com o documento, Burt atingiu uma média de 295,453 km/h em duas medições.

Fonte: FlatOut

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Universo tuning #101

Desde o seu lançamento, há nove anos, o Bugatti Veyron sempre esteve presente nas listas dos carros mais caros do mundo, e foi ganhando fama e glamour graças às suas inúmeras edições especiais, e seus feitos incríveis, como quando entrou para o livro dos recordes como o carro mais rápido do planeta ao alcançar a marca de 430 km/h.

Agora, próximo ao encerramento de sua linha de produção, mais uma série especial da Bugatti está prestes a surgir. Seguindo a tradição, depois de nomes como Jean Bugatti, Jean-Pierre Wimille, Meo Costantini e, mais recentemente, o do fundador da marca, Ettore Bugatti, e do seu irmão, Rembrandt Bugatti, a Piloto checa, Elisabeth Junek, a primeira piloto feminina do século XX a vencer um Grande Prêmio, surge na linha de homenageados da Bugatti.

Baseadas no Bugatti Veyron Grand Sport Vitesse, serão produzidas apenas cinco unidades do Elizabeth Junek. O modelo usa o W16 de 8.0 que gera 1.200 cv e 153 mkgf. A transmissão, de dupla embreagem com sete velocidades, ajuda o esportivo acelerar de 0 a 100 km/h em 2,6 segundos. Já a velocidade máxima é de 408.84 km/h. Por fora, o EJ mistura as tonalidades preta e amarela, com o interior forrado por couro bege.

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Universo tuning #100

Fala, galera!

Sabem que dia é hoje? É o dia em que o Universo Tuning chega ao seu 100º post!
Muita coisa já passou por aqui ao longo desses quase dois anos. Mostramos os lançamentos mais incríveis, muita bizarrisse, máquinas nervosas, dicas preciosas… Mas o melhor ainda estaria por vir!

Como uma homenagem, reunimos em um só lugar, as imagens dos possantes e das sonzeiras mais potentes, enviadas pelos amantes desse universo: vocês!


Sonzeira da Film’Som, de Curitiba / PR.

Nesse post especial, o conteúdo também deveria ser. 🙂
Obrigado, galera!

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Som automotivo não é crime

Já divulgamos a ANAFIMA em nossa fanpage, algumas vezes. Hoje estamos aqui para explicar melhor e detalhadamente pelo que lutam.

Matérias e reportagens sobre som automotivo são cada vez mais frequentes. O grande problema delas é a abordagem negativa que o som automotivo recebe. Isso acaba deixando os competidores, fabricantes e apaixonados por som, desmotivados.

O que também está acontecendo ultimamente é uma generalização da punição. Qualquer som está sendo tratado como poluição sonora. E a ANAFIMA CBS (Associação Nacional da Indústria da Música – Conselho Brasileira do Som Automotivo) luta pelo cumprimento JUSTO da lei. Somos muitos, apaixonados por som e competidores profissionais, e lutamos pelo cumprimento das leis e normas de forma não abusiva.

Daniel A. Neves, presidente da ANAFIMA CBS, afirma que “o Brasil pode e deve aproveitar melhor a economia gerada pelos campeonatos de som automotivo e aproximar as leis e normas de conduta, partindo do principio que ele gera renda, empregos e entretenimento.” Segundo ele, o nosso país “possui mais de 150 empresas fornecedoras de equipamentos, ao menos 5600 lojas e instaladoras. E são mais de 400 campeonatos regionais que movimentam uma economia considerável nas cidades em que são realizadas.”

Algumas prefeituras já estão se articulando com produtores de eventos relacionados ao som automotivo, buscando meios de resolver esse impasse de forma inteligente, onde ninguém sai perdendo. Daniel A. Neves ressalta que “destinar uma área para estes eventos e aproveitar, ao invés de condenar, é uma saída de geração de economia local inteligente.”

Cabe lembrar que todo grande entretenimento é regido por regras. Princípios e tópicos que trazem profissionalismo, organização e segurança aos eventos. Por que não fazer isto com os campeonatos de som automotivo?
Junte-se com a gente!
Som automotivo não é crime.

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Evento Equipe Coyote

Agora foi a vez do brother Deivid Beraldo representar a Equipe Coyote em parceria com a Hinor, em mais um campeonato de som. Foram conquistados dois primeiros lugares, sendo um deles recorde sul-americano e com a maior marca de trio elétrico do dia no evento.
O campeonato aconteceu na cidade Serra Negra/SP e foi realizado pela 101 Eventos DB Drag Mundial. 🙂

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