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Dicas para seu pneu durar mais

 

Um dos fatores mais importantes para preservar a segurança na hora de dirigir é manter o estado de conservação dos pneus em bom estado. Além da segurança, o custo dos pneus são muito altos, então preservá-los em bom estado por mais tempo se torna muito vantajoso. Por conta disso, listamos abaixo algumas dicas para aumentar a vida útil dos pneus do seu carro:

– Pressão dos pneus: dirigir com os pneus fora da recomendação de calibragem do manual, além de diminuir a vida útil dos pneus aumenta o consumo de combustível, então fique ligado e periodicamente calibre os pneus.

– Utilizar mais de um modelo de pneu no carro: isso provoca uma diferença de aderença, o que implique em risco de acidente por desestabilizar o carro.

– Carga excessiva: todo pneu tem indicado nele sua capacidade máxima de carga. Respeitar essa capacidade além de aumentar a vida útil dos pneus diminui o risca de acidentes;

– Alinhamento e balanceamento

– Realizar o rodizio periodicamente: a maior parte dos carro tem tração nas rodas dianteiras, o que implica em maior desgaste nesses pneus. Por isso é muito importante fazer o rodizio dos pneus periodicamente, evitando assim a troca antecipada;

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Omega – Possante de Terça

Com o desafio de substituir o Opala, referência nacional até então, o Omega foi lançado no Brasil em 1992, com uma vasta linha de equipamento, foi o primeiro nacional a oferecer CD player como opção, faróis ajustáveis, vidros elétricos, destravamento automático em emergência, teto solar elétrico, computador de bordo, cortina para-sol, porta- luvas climatizado, retrovisor com aquecimento e ABS também foram oferecidos nesse modelo. Além do motor 3.0. também eram importados o câmbio manual de cinco marchas e o automático, com tração traseira e suspensão independente, ele diferia da arquitetura padrão.

Esses carros, de uma maneira geral resistentes e com uma ótima dinâmica, cativaram e conquistaram os consumidores brasileiros. E olha que o modelo chegou ao mercado brasileiro em um período em que as importações já estavam liberadas e o consumidor mais exigente tinha a opção de olhar para a vitrine do mundo dos automóveis e escolher aquilo que cativasse o seu gosto. Mesmo assim o sedã da Chevrolet foi preferência de muito desses exigentes consumidores de 1992 até 1998.

Até hoje o Omega desperta o suspiro de muitos fãs quando aparece algum em bom ou ótimo estado de conservação. Continua espaçoso e com um desempenho que não faz feio mesmo frente aos modernos sedãs de seu porte.

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Melhor material para cone em som automotivo

Cone para alto-falante: qual o melhor material?

Um som automotivo de qualidade é composto por vários itens. Além das especificações de funções de cada um dos componentes, há a interferência das tecnologias e ainda dos materiais usados em todos esses itens. Mas, você sabe em qual componente a diferença de materiais pontua na qualidade do som? Não? A resposta é no cone.

Tecnicamente falando, é ele que tem a responsabilidade de receber o sinal elétrico e transformá-lo em movimento mecânico que através do deslocamento de ar gerará o áudio. Uma tarefa nada fácil, ainda mais quando o assunto é som automotivo. Assim, é importante que ele tenha o melhor equilíbrio entre rigidez e controle.

Esses materiais empregados conferem dinâmica, já a rigidez confere linearidade musical, brilho e precisão tonal e o controle dará articulação e aquele som firme, preciso e neutro. A combinação desses tópicos é que garantirá o bom desempenho do alto-falante.

Cones e os materiais

Grande parte das indústrias utiliza o polipropileno e normalmente vem descrito sob a sigla IMPP ou apenas PP.  O material possui um bom desempenho e garante um bom custo X benefício no valor final do componente ao consumidor final, este tipo de cone é encontrado  na maioria dos projetos de sub woofers ou falantes de pequeno porte como triaxias e 6×9”.

O avanço da tecnologia ainda permite que alguns fabricantes montem seus produtos com cones de PP em forme de composite, o que amplia em muito sua qualidade, mas se tornam mais caros.

Mas, é importante não confundir o PP com os cones de plásticos. Os cones de PET possuem um baixo desempenho, justamente por não agregarem mesmo valor a itens como a leveza e a rigidez.

Papel

O cone de celulose ou papel é o mais empregado na indústria de áudio. Para algumas marcas e seus especialistas este material é o que melhor equilibra as características físicas fundamentais de forma praticamente unânime entre especialistas.

Hoje, por ser um ótimo material, o cone de celulose pode ser encontrado com diversas características.

Os mais comuns para:

  • Para Woofers de alta potência no Brasil: geralmente são de “celulose prensada” e oferecem como principais vantagens, ótima relação peso-resistência.
  • Para Subwoofers de alta potência: celulose prensada à vácuo, oferecem ótima resistência e controle do cone principalmente nas frequências mais baixas. Apresentam uma textura enrugada na parte de trás do cone.

A Fabricação

Para garantir ainda um melhor desempenho dos cones, as indústrias de som automotivo, como a Hinor tem investido na fabricação dos seus próprios componentes. Essa produção permite que engenheiros e equipe técnica desenvolvam itens de melhor eficiência e com evolução constante, já que vários testes são empregados para garantir o melhor resultado final.

A Hinor tem aplicado em suas linhas componentes de fabricação interna, permitindo que o desempenho de seus alto-falantes cresça constantemente.

Alguns desses itens exclusivos você pode acompanhar através deste vídeo do engenheiro de produtos, Maichael Gerstberger.

 

Dados técnicos

 Considerando cones de diâmetro e massas iguais, temos alguns exemplos de índices de rigidez (N/cm2)

Polipropileno – 42

Alumínio – 77

Fibra de vidro – 250

Fibra de carbono – 313

Papel – 366

Papel + sílica – 396

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Dica para evitar que o vidro do seu carro embase na chuva

A chuva aumenta muito o risco de acidentes nas estradas, e por isso nossa atenção precisa ser redobrada. Hoje vamos te ensinar como preparar o para-brisa do seu carro para que ele não embase em dias de chuva.

Muitos simples, basta passar detergente neutro no para-brisa, pelo lado de dentro, e esfregar com um papel toalha até que ele suma. Veja o resultado abaixo. Onde não embasou foi realizado esse procedimento.

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Jeep Renegade

Seja com o Motor Multijet 2.0L Turbo Diesel ou o Motor 1.8L EVO Flex, a sua aventura está garantida com tecnologia de última geração. O Jeep Renegade 2018 tem como opção o Motor 1.8 EVO Flex que traz vários sistemas que trabalham para melhor eficiência energética. Entre eles: Sistema Stop&Start, que tem como função desligar o motor quando o carro está paradoe o religar automaticamente depois; o sistema GSI, indicador que informa ao condutor o melhor momento para troca de marcha; e também o ITPMs, sistema capaz de detectar se há um ou mais pneus com pressão baixa. O Motor Multijet 2.0L Turbodiesel render 170 cv de potência, torque de 35,7 KGMF e excelente autonomia com tanque de combustível para até 60 litros. Tudo para garantir mais tecnologia, economia e conforto para o condutor. A sua história pode ser bem distante, mas você não precisa se desconectar do seu mundo. O Jeep Renegade conta com o exclusivo sistema Uconnect, com navegação GPS, bluetooth, comando de voz, entradas USB e muito mais. Tudo isso em uma tela touchscreen de 5 polegadas. O conforto também pega carona, com ar condicionado Dual Zone, painel personalizado e câmera de ré para você estacionar com segurança.

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Palhetas automotivas

É somente em períodos de chuva intensa que nos preocupamos com a qualidade das palhetas que possuímos nos veículos, sendo que elas são de suma importância para ter uma boa visibilidade em dias de tempo ruim, mesmo sendo um item de baixo custo e que podem prevenir muitos acidentes, às vezes os condutores não dão tanta atenção quanto as palhetas merecem.

 O mercado já oferece muitas opções de palhetas, uma delas é a palheta “flat blade” utilizada em limpadores recentes que adiciona um filete de silicone em sua ponta.

De acordo com os fabricantes, o equipamento com esta tecnologia tem menos atrito com o para-brisa, evitando danos ao vidro. Não há partes metálicas no mesmo, o que dá uma durabilidade maior ao equipamento.

Tais palhetas realmente repelem melhor a sujeira e a água, porém, como a eficiência das palhetas depende de uma substância química que ajuda no processo de limpeza (no caso, o silicone) sua eficiência também cai drasticamente após um período máximo e uso, um pouco menor do que uma lâmina normal.

Apenas é bom ressaltar que o ganho oferecido por tais palhetas vale o investimento a mais. Porém, em condições de uso mais severo, apesar do ganho em eficiência, sua durabilidade cairá drasticamente, sendo necessária uma constante reposição do equipamento. Você pode fazer um teste para analisar seu uso das palhetas e daí então, partir para uma conclusão sobre a troca definitiva ou não para o modelo.

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Como higienizar o ar condicionado do seu carro?

Não é de hoje que o ar condicionado automotivo se tornou item primordial na hora de escolher um carro, além de conforto ele proporciona outros benefícios, como segurança ao condutor por ter que utilizá-lo com os vidros fechados e também evita que o ar poluído entre no seu carro protegendo sua saúde. Para que isso realmente aconteça, o sistema precisa estar em perfeito funcionamento. Por isso vamos listar alguns fatores que indicam problemas no sistema do ar condicionado e também como fazer sua limpeza em casa, segue abaixo:

Fatores que indicam problemas no seu sistema de ar condicionado:

– O aparecimento de humidade é um dos principais indicadores de que seu sistema de refrigeração está com problemas;

– Baixo nível de refrigeração;

– O surgimentos de mal cheiro quando acionado;

Ao identificar problemas como estes, dirija-se a um mecânico de confiança o mais rápido possível para evitar maiores problemas, tanto para o carro como com a sua saúde. Se você identificar mal cheiro, existes maneiras caseiras de resolver, veja abaixo como higienizar seu ar condicionado em casa?

– Primeiro passo é descobrir onde fica localizado o filtro do ar condicionado do seu carro. Cheque esta informação no manual do veículo.

– Se o filtro estiver branco, significa que está limpo. Caso esteja escuro, você precisará trocá-lo. Se possuir manchas, mesmo que as outras partes estejam brancas, significa que existe presença de bactérias, assim sendo necessário substituí-lo. Para aumentar a vida útil do seu filtro, limpe regularmente seu interior para retirada do excesso de pó.

– Por fim, faça uma ozonização do seu veículo. Basta comprar a solução spray em um hipermercado ou em lojas de acessórios automotivos. Existem várias opções no mercado, com odores e preços variados. Geralmente acompanha o spray um prolongador, que deve ser colocado bem no fundo das saídas de ar internas.  Geralmente você precisará ligar o carro e o ar condicionado no frio e no máximo, e então liberar todo o conteúdo da embalagem. Saia do carro e feche as portas, deixa o produto agir por 30 minutos, e então abra as portas para ventilar e tirar o excesso do produto. Pronto, você acaba de higienizar seu sistema de ar. Lembre-se de ler as instruções de aplicação do produto para evitar problemas.

 

 

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Ford Escort um clássico, acelerado por Paul Walker

Uma das versões com melhor reputação na Europa, que infelizmente não chegou ao Brasil.O modelo Ford Escort RS 2000  figurou no mercado inicialmente entre 1976 e 1978, com apelo bem esportivo, contava com:  Bordas de 7 “de ½; Pneus 225/60 de aro 13; Complementos aerodinâmicos; A potência subiu para 146 Cv; Refrigerador a óleo e Discos ventilados nos freios. A versão  Ford Escort RS 2000 mostrou-se bem acertada, com visual limpo, elegante e muito bem proporcionado, um sucesso de vendas quase imediato para os que procuravam por um carro de baixo peso e tração traseira. Além disso, ainda se descobriu sua vocação para ralis.

Esse clássico agradou tanto, que uma de suas versões do Ford Escort  2.0 de 1978 foi acelerada por Paul Walker, em seu personagem mais famoso Brian O’Conner, da famosa franquia de filmes: Velozes e Furiosos.

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Melhore a qualidade do som original de fábrica

Graves: Como melhorar a qualidade sonora no som original de fábrica

A escolha de um novo carro implica na avaliação de muitos itens. Essa decisão pode levar dias para ser concretizada, pois há comparações, negociações de itens adicionais e ainda a escolha entre vários modelos.

Mas, apesar do avanço nos kits multimídias dos automóveis, o som automotivo original de fábrica nem sempre agrada. Apesar de não fazer parte dos itens essenciais na escolha do carro, em alguns casos ele logo se torna uma desvantagem, principalmente se o novo proprietário for um amante de som.

Entre as principais carências dos sons automotivos originais está na deficiência do grave. Os ajustes do equipamento até permitem uma equalização, mas essa opção acaba sendo limitada. Isso porque o conjunto de alto-falantes não considera de forma eficiente a harmonia de todas as frequências e dependo do estilo de música a ser tocada, essa falta de sintonia se acentua.

 

Mas afinal, qual harmonia deve haver?

As frequências são as definições das faixas de frequência como sub-grave, grave, médio e agudo. O equilíbrio deles é a perfeita proporção entre sub-grave, grave, médio-grave, médio, médio-agudo e agudo. Todos os aspectos devem ser presentes, entretanto devem se respeitar, se entrosar e harmonizarem-se.

O entrosamento é o que permite que os sons sejam reproduzidos de maneira fiel.

 

E quanto ao grave?

É onde mais ocorrem problemas. Ao usar uma sintonia de caixa incorreta, o grave não soa linear e acaba ficando forte demais em uma parte de sua frequência de trabalho e fraco demais em outras. Assim, é preciso que os alto-falantes tenham sido projetados para tocar a frequência dentro de suas especificidades.

Mas, mesmo que o som automotivo original não tenha a eficiência esperada, é preciso entender qual será o objetivo ao instalar um novo equipamento. Por exemplo, as caixas amplificadas são uma ótima solução para quem quer turbinar o som de um jeito simples. A principal característica desses aparelhos é reunir amplificador e caixa acústica –razão pela qual também são conhecidas como caixas multiuso ou combo.

 

Caixas amplificadas

Por já virem com todos os controladores, as caixas são fáceis de manusear e têm custo relativamente baixo. Além disso, há opções no mercado condizentes com vários estilos de carro.

Fáceis de instalar, com amplificador embutido e um cuidado especial aos sons graves, as caixas amplificadas melhoram consideravelmente a qualidade sonora dos sons originais de fábrica. Elas são destinadas àqueles que buscam uma solução completa sem alto investimento, mas com grande retorno de eficiência.

A Hinor, por exemplo, possui a linha Active Box. As caixas possuem um subwoofer de 8”, com 200w rms e ainda ajuste de ganho e de frequência. O amplificador com Smart Cooler garante a qualidade e durabilidade das caixas.

 

Soluções para cada modelo

Além da eficiência, é importante escolher a caixa amplificada de acordo com o espaço disponível no seu automóvel. Modelos flex, slim facilitam a instalação em espaços reduzidos. Já quem não tem esse problema, pode contar com caixas de maior robustez, como a Universal.

Um dos principais pontos destes modelos é que eles não exigem interferência no painel do carro. Como são instaladas em paralelo, elas não prejudicam o layout original de fábrica. Assim, não danificando o painel do carro ou a outra parte.

 

 

Por que essa é uma boa alternativa?

Resumindo as caixas amplificadas são criadas para corresponder melhor a todas as frequências sonoras. Além disso, são uma solução simples e eficaz para a ausência dos graves em sons originais.

Elas trazem amplificador interno e alguns modelos apostam na presença de subwoofer para ampliar a qualidade sonora. Fácil de instalar e de tamanhos variados, permitem o encaixe em vários modelos e por isso, oportunizam uma nova experiência musical sem alterar o layout do carro.

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Novo Polo

O Polo brasileiro, conta com um para-choque com uma faixa preta e um desenho mais agressivo e esportivo. Na lateral as diferenças ficam por conta da suspensão 2 cm mais alta e rodas de liga leve de 15, 16 e 17 polegadas com desenhos específicos. Já a traseira traz vincos mais pronunciados e um para-choque que reforça a esportividade.

O espaço interno é surpreendente para um modelo compacto, mas é explicável pela adoção da plataforma MQB – que se caracteriza por elevada rigidez torcional e bom aproveitamento de espaço interno.

Evidentemente, o Polo se beneficia de dimensões mais avantajadas. Nesta sexta geração o Polo cresceu em todas as dimensões, chegando a 4,05 metros de comprimento – o que lhe rendeu a classificação de médio pelo INMETRO.

As versões Comfortline e Highline do Novo Polo estão disponíveis exclusivamente com o motor 200 TSI, que é combinado à transmissão automática de 6 marchas. Com três cilindros e 999 cm³ de cilindrada, o motor 200 TSI é da família EA211 – que também se caracteriza pela modularidade. Total Flex, esse motor é capaz de rodar com gasolina, etanol ou a mistura dos dois combustíveis em qualquer proporção. A potência máxima é de 128 cv (94 kW) com etanol e 115 cv (85 kW) com gasolina a 5.500 rpm, com torque máximo de 200 Nm (20,4 kgfm), com gasolina ou etanol, de 2.000 a 3.500 rpm. Equipado com esse motor, o Novo Polo acelera de 0 a 100 km/h em 9,6 segundos e atinge velocidade máxima de 192 km/h (dados com etanol).

 

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