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Dicas para rebaixas seu carro dentro da lei

As novas normas alteraram o artigo 6º da resolução 292, de agosto de 2008, que havia sido suspensa pelo Contran, em setembro do ano passado. A regulamentação passou a exigir ainda mais atenção a alguns pontos que foram modificados ou que, simplesmente, não obedeciam a qualquer regra.

Se você está pensando em modificar seu possante, confira cinco dicas básicas para não infringir nenhuma lei, nem prejudicar sua segurança, e ainda deixar o carro do jeitinho que você imaginou:

1 – ANTES DE MAIS NADA, FAÇA UMA VISTORIA
Pelas novas regras, qualquer alteração na suspensão do veículo deve constar obrigatoriamente no Certificado de Registro e Licenciamento de Veículos (CRLV). Por isso, o primeiro passo é submeter seu carro a uma vistoria no Detran. É fundamental que isso seja feito antes de qualquer alteração no carro. Isso porque, agora, é necessária uma autorização prévia para alterar as características do carro e também outra autorização para obter o Certificado de Segurança Veicular (CSV).

2 – PREPARE O BOLSO
Não tem como fugir de uma coisa: para modificar seu carro com qualidade e, principalmente, segurança você terá que desembolsar uma grana. Esqueça aquelas soluções caseiras, que o primo de um amigo diz conhecer ou que um mecânico do bairro te garante ficarem iguaizinhas a todas as outras. Você terá, por exemplo, de substituir todo o kit de suspensão, para evitar que, depois de um tempo, algumas peças fiquem mais desgastadas que as outras.

Um conjunto convencional (que inclui molas e amortecedores) pode custar entre R$ 450 e R$ 1 mil. Para os mais ousados, há ainda a possibilidade de adquirir um conjunto de molas esportivas, que deixam a suspensão mais rígida e o carro mais estável em altas velocidades. Nesse caso, o custo sobe ainda mais e varia entre R$ 1 mil e R$ 2,5 mil. É preciso ficar atento também à origem das peças adquiridas. Todas precisam ter o selo de qualidade do Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial (Inmetro).

3 – ATENÇÃO ÀS NOVAS REGRAS
É preciso estar de olho no que pode e o que não pode ser feito, de acordo com a nova lei. Entre as proibições que já existiam antes e que continuam valendo depois da regulamentação está o uso de pneus que ultrapassem os limites externos dos para-lamas e as mudanças no diâmetro externo do conjunto do pneu.

As novas regras estabeleceram ainda o limite de 10 centímetros como a distância mínima que a carroceria deve manter do solo. Um detalhe importante: o ponto onde é feita essa medição mudou. Antes, valia a distância a partir do farol baixo e o carro deveria ficar entre 50 cm e 120 cm do chão. Agora, a medição acontece a partir do ponto mais baixo, seja ele o assoalho ou o escapamento.

Por último, não se esqueça de um cuidado importantíssimo: as rodas e os pneus não podem tocar na carroceria do carro durante qualquer tipo de manobra.

4 – BUSQUE UNIDADES CREDENCIADAS
Depois de realizadas as alterações, será preciso conseguir um laudo atestando que você respeitou todas as leis. Nesta etapa, será verificado, por exemplo, se a distância do ponto mais baixo do veículo está igual ou superior aos 10 centímetros e se todas as manobras podem ser feitas com segurança. Essa certificação é concedida apenas por unidades credenciadas pelo Inmetro. Entre no site do Detran do seu estado para acessar a lista de empresas que estão autorizadas a fazer esse serviço.

5 – MODIFIQUE O CRV
Antes de sair por aí, acelerando seu carro rebaixado, é necessário retornar ao Detran. Lá, você deverá apresentar o laudo emitido pela unidade credenciada. É essa última etapa que verificará se todas as modificações que tinham sido autorizadas na primeira vistoria foram realizadas corretamente e – o ponto mais importante – incluirá as mudanças no Certificado de Registro de Veículo (CRV) e no Certificado de Registro e Licenciamento do Veículo (CRLV). São esses dois documentos que irão garantir que você não será multado (R$ 127,69 mais 5 pontos na carteira) nem terá o veículo apreendido caso seja parado em uma blitz.

Por MassMedia

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Aspirador de pó automotivo

Aspirador de pó automotivo – praticidade e economia na limpeza de carros

Para quem gosta muito de carros, o processo de limpá-lo é até prazeroso. Para outros, limpar o possante em casa é sinônimo de economia. Mas, a verdade é que em ambos os casos ter bons acessórios tornam a tarefa mais pratica e eficiente. Entre os principais itens neste processo está o aspirador de pó 12v.

Quem já possui este hábito sabe que um aspirador de pó eficiente é um acessório importante. E certamente, já perceberam que apesar da grande oferta no mercado, é preciso saber escolher o produto, principalmente se ele fizer parte de uma rotina semanal.

Os aspiradores de pó automotivos podem ter funções e acessórios bem projetados, como pontas mais finas e longas para acesso a áreas mais difíceis, escovas para os estofados e principalmente uma fiação de longo alcance. Além disso, fazer a sucção de sólidos e líquidos facilitará o processo de limpeza.

A Hinor, uma marca apaixonada por som e carros listou alguns dos itens que devem ser considerados antes da escolha do produto. Confira:

 

O que o aspirador de pó automotivo deve ter:

Potência

Um bom aspirador possui alguns itens que agrupados o tornam uma boa opção. Uma das primeiras coisas a serem avaliadas é a potência. É ela responsável por garantir que o aparelho terá a sucção necessária para extrair a sujeira interna do veículo. Areia, pelos e tantos outros são difíceis de aspirar se a potência for baixa. Além disso, a alta potência agregada com bons acessórios permitirá a eliminação de resquícios presos entre os bancos, assentos e outras fendas. Enquanto os modelos tradicionais possuem potência de até 2500 Watts os modelos portáteis dificilmente possuem mais de 110 Watts. Estes, aliados a estabilidade de energia são os modelos mais eficientes do mercado.

 

Aspirador com ou sem fio?

A ideia de um aspirador portátil é que ele garanta grande mobilidade na hora da limpeza. Assim, é comum a dúvida sobre escolher um modelo com fio ou sem fio. Ambos tem suas vantagens, mas é preciso ponderar o que trará maior eficiência e durabilidade ao produto.

Assim, é comum que as pessoas optem pelos modelos sem fio, especialmente se ele será utilizado na limpeza do carro, o que requer uma maior mobilidade devido ao espaço limitado que há no interior do automóvel. 

No entanto, essa escolha deve estar baseada na quantidade de vezes que ele será utilizado por dia ou por semana. Isto porque, a bateria de um aspirador não irá durar por horas a fio. Já os modelos com fio possuem uma fonte estável de energia e com isso você não precisa se preocupar quanto tempo mais você poderá utilizá-lo. Além disso, a conexão com a energia mantem o nível de sucção estável por não estar relacionado a potência da bateria.

O peso é outro fator que influencia na escolha. Os modelos sem fio, com bateria interna, possuem o peso extra do item, enquanto os com fio são mais leves.

Há no mercado soluções que consideram especialmente estes itens. Por exemplo, o aspirador 12v da Hinor possui um fio de extensão de 3,5 metros, o que permite chegar até o porta-malas. Ele pode ser utilizado no acendedor de cigarros do carro, o que elimina a compra de peças adicionais e mantém a eficiência. Além disso, o modelo foi projetado para dar mobilidade e por isso pesa apenas 850 gramas.

 

Acessórios são importantes?

O acessório correto por facilitar a limpeza. Para quem possui filhos ou passeia frequentemente com o pet de carro, uma boa escova como acessório do aspirador pode ser muito útil. Ela irá permitir que elementos mais difíceis de sucção sejam retirados. Além disso, essa limpeza mais profunda, amplia a vida útil dos estofamentos.

Um ponto de difícil acesso para a limpeza são as frestas existente entre os bancos, ou no espaço entre o câmbio e os bancos dianteiros. Assim, um bocal prolongador permite o acesso a essas áreas estreitas. Todos esses itens também são encontrados no Aspirador Automotivo da Hinor.

 

Outras dicas econômicas de limpeza

Estofamento

  • Use o mínimo possível de água. Os bancos possuem espumas que absorvem o líquido. Por isso, é difícil secar as peças por completo;
  • A maioria das manchas pode ser limpa com água e sabão neutro, enxugando a seguir;
  • Óleo, graxa e gordura devem ser “enxugados”. Primeiro, remova o excesso. Depois, passe um pano umedecido com benzina;
  • Se a mancha não sair na primeira tentativa, leve o veículo para um lava-rápido. O tecido pode estragar se você insistir.

 

Pintura

  • Manchas de concreto de garagens que caem sobre a pintura tente tirá-la o mais depressa possível. Se ela já secou, corte um limão ao meio e passe sobre a mancha até que ela desapareça. Depois enxágue bem para retirar todo o resíduo do limão;
  • Manchas de combustível misture óleo de motor sem uso com gasolina em uma porção de estopa ou flanela e esfregue no local afetado. Quanto mais recente for a mancha maior a eficiência dessa dica.

 

Atenção

  • Evite lavar o motor, quando for usar água com alta pressão deve ter cuidado para não direcionar o jato para o motor e não molhar partes onde não pode haver entrada de água como o filtro de ar;
  • Depois de tomar chuva não é recomendável passar pano ou flanela para secar o carro. A poeira que se acumula com o dia a dia pode riscar a pintura;
  • Não coloque detergente no reservatório do limpador de para-brisa pois ele pode cair na pintura e manchar.

 

Ficou interessado no produto? acesse https://goo.gl/ixxq2z e veja como a praticidade, rapidez e eficiência fazem parte deste aspirador de pó portátil.

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Como regularizar os faróis de xenon?

 A lâmpada de gás xenônio emite até três vezes mais luz do que a halógena (a mais utilizada no Brasil), que tem apenas um filamento que fica incandescente, enquanto a primeira fica com todo o gás do bulbo nesse estado. Assim, proporciona ao motorista maior visibilidade lateral e a longa distância. O Xenon produz bastante luminosidade, trazendo maior segurança, devido a ótima visibilidade. 
O processo para regularizar os faróis é simples, mas precisa de alguns cuidados e em especial de planejamento.
PEDIDO DE MODIFICAÇÃO DE ILUMINAÇÃO DETRAN
Em primeiro lugar é preciso comparecer ao DETRAN sem o kit instalado e pedir uma autorização para modificação no sistema de iluminação do seu possante. Aproveite para se informar sobre a intensidade da iluminação permitida na sua região – que pode variar de 3.000k a 8.000k.
 
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UP TSI e o botão mágico

Através da tecnologia digital, a empresa Tork One, sediada no interior de São Paulo e especializada em aumentar a potência de carros turbinados, fez um upgrade na potência do UP TSI através de um aplicativo, no toque de um botão. O software é instalado na injeção e possui 6 cenários de preparação e pressões da turbina, tudo controlado através do aplicativo. Ainda possibilita o desligamento do controle de tração, disponibilizando 156 cavalos de potência.  Veja o vídeo com a matéria completa: https://www.youtube.com/watch?v=RzIklYt6Oik

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Universo Tuning- Como tirar arranhões de rodas esportivas?

As rodas esportivas são muito bonitas e resistentes, isso faz com que muitos usuários troquem as rodas originais por modelos com design mais arrojado e esteticamente mais bonitos. Apesar de ser a preferência de muitos, elas não são imunes a buracos e as indesejadas “raspadas”, porém esse caso nem tudo está perdido, para tirar esses arranhões  pode-se a usas a massa de polir, a mesma utilizada para a lataria dos veículos. A massa de polir possui um pequeno grau de abrasividade que, aplicada em movimentos circulares e constantes utilizando um pedaço de estopa, pode agir retirando impregnação de tinta de outro objeto que riscou a sua roda, ou mesmo disfarçar o arranhão promovendo o brilho da roda.

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Possante de terça: Del rey série ouro em sua época de rei

O Ford Del Rey série ouro brilhou na década de 1980, e reunia vários artigos de luxo que valem a pena de serem lembrados, como vidros elétricos e o relógio digital, que na época eram itens de extremo luxo. Além do design atual para época, sua dirigibilidade, acabamento e maciez dos bancos também era destaque. Confira algumas fotos: 

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Como saber em qual categoria posso competir em um campeonato de som?

Cada categoria de som leva em conta diversos critérios, como a quantidade de módulos, baterias, acabamentos, posições da caixa, potência final entre outros. Para resumir temos as seguintes categorias:

  • Light: Nessa categoria se encaixam os sistemas com uma bateria e um módulo, com potência de até 7.000 watts;
  • Intermediário A: Aqui é permitido sistema com até duas baterias de 14 volts, não precisando estar em local de instalação original, você pode usar dois módulos de até 7.000 watts;
  • Intermediário B: Nessa categoria você pode ter até três baterias instaladas em qualquer local, podendo utilizar dois módulos, o aparelho pode ser tirado do painel e operado pelo lado de fora do veículo;
  • Intermediário C: A categoria C permite a utilização de três baterias e dois módulos igual a B, porém, agora você pode usar mantas e espumas para travar o som nessa categoria pode ser retirado os bancos;
  • Super: Você pode utilizar mais de uma bateria e vasos auxiliares podendo o sistema chegar a 16 volts. Você não pode utilizar qualquer tipo de material para mudar o assoalho. Aqui você pode utilizar dois módulos de até 15.000 watts ao todo. As caixas devem estar voltadas para tras e os alto-falantes não devem passar a altura dos bancos traseiros a 90°;
  • Extremo: A categoria extremo está dividida em A e B, no extremo A é permitido até 20.000 watts RMS e no B acima de 20.000 watts RMS, aqui qualquer alteração é permitida;

Agora você já sabe o básico de cada categoria e pode ir planejando em qual categoria o seu som se enquadra. Antes de participar de um campeonato sempre esteja atento as regras da competição.

 

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Afinal, caixa dutada é melhor do que selada?

Tanto a caixa dutada quanto a caixa selada possuem pontos positivos e negativos, o resultado final de ambas é fruto do que o dono deseja construir. A caixa dutada é tão boa quanto a selada. A caixa dutada só toca mais “alto” que a selada porque, desalinhando o sistema (mudando o comprimento ou diâmetro do duto), pode-se obter um ganho em uma faixa estreita, ganhando-se decibéis (volume e potência) naquela região, porém sacrificando um pouco a qualidade sonora em determinados ritmos musicais.

Fonte: https://goo.gl/1pTwVZ

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Universo Tuning – Box Trio Two: Visual moderno e robusto pronta para tocar com eficiência

Essa caixa é perfeita para aqueles que não tem tempo para planejar um sistema de som ou mesmo conhecimento no assunto. A Box Trio Two foi projetada para reproduzir com eficiência e qualidade toda a faixa de frequência audível. A caixa possui componentes específicos para graves, médios e agudos. Ela é fácil de instalar, contém amplificador dedicado para a caixa, o corpo da caixa é compatível com a maioria dos carros sendo projetado exclusivamente para os equipamentos nela contidos. Saiba mais: https://goo.gl/fDg3IW

 

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#DicaHinor – Existe uma litragem padrão para os alto-falantes da Hinor?

Ficar atento a litragem da caixa é um item importantíssimo para quem está montando um som de primeira. O motivo a maioria já sabe, mas não custa relembrar, caixas fora das especificações do alto-falante prejudicam o desempenho. A Hinor Soluções Automotivas tem uma litragem padrão para utilização dos seus alto-falantes: os de 12” são para caixas de 40 litros, os de 15” são para 60 litros e os de 18” são para 75 litros. Estas litragens atendem a todas as linhas de alto-falantes, o que muda entre elas é o tamanho e comprimento dos dutos. Esta informação pode ser encontrada no manual dos produtos. Ficou com alguma dúvida? Entre em contato conosco.

 

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