O ronco de um motor para alguns é tão delicioso como um bom pancadão. Assim o Mustang Shelby GT350 de 533 cv na pista chega a fazer uma canção com o som do seu motor. Com nada menos do que 533 cavalos de potência saindo do novo motor V8 de 5.2 litros o modelo é o mais potente da história da marca. Ficou curioso para ouvir o som? Aumenta o som e de play então.
As rodas esportivas trazem aos carros mais personalidades. Muitas são as opções oferecidas no mercado. Alguns modelos tornam o possante mais audacioso e cheio de presença. E agora ainda é possível personalizar as rodas. Muitas lojas de acessórios automotivos já comercializam modelos sob encomenda.
O amor está no ar e também no som. Com criatividade o casal, Duduca e Viviane de Pinhais/PR, inovaram ao levar toda a potência do som Hinor para o seu casamento. Nós adoramos essa demonstração de amor do casal pelo som automotivo em um dia tão especial e você?
Você sabe como surgiu o som automotivo? Então, tudo começou na década de 30. O primeiro som usado para carro foi o Motorola 5T71, da marca Galvin Manufacturing Company. Tocava apenas rádio AM valvulado. Era preso com um pequeno dial na coluna de direção e o alto-falante feito de caixa de madeira.
Já ouviu falar da Carreta treme treme? Essa coisinha possui 192 alto-falantes de 15” com 2500 RMS cada, 6 Amplificadores AB de 1000 RMS, 24 Amp de 60000 RMS, 40 cornetas, 18 fontes de 120 AP e para alimentar todo esse monstro são 150 baterias 400 AP/Hora ligadas em série. Já imaginou a pressão sonora que isso faz? Não conseguiu? Então confere o vídeo:
Leiloado carro de Velozes e Furiosos Um dos Toyota Supra 1993 dirigidos por Paul Walker no primeiro filme da saga Velozes & Furiosos, em 2001, foi leiloado por US$ 185 mil, o equivalente a R$ 560.762. O carro foi usado na cena final do longa, em que o ator que interpreta o personagem Brian O’Conner disputa um racha contra o Dodge Charger de Dominic Toretto (Vin Diesel). Segundo a empresa, o veículo é equipado com um motor 3.0 de 223 cv, aliado a um câmbio manual de cinco marchas. Além disso, o esportivo japonês pode ter sua potência aumentada com a ajuda de dois cilindros de óxido nitroso da marca Holley Performance. O modelo também passou por um reforço estrutural para aguentar as cenas de ação, com direito a uma nova suspensão, gaiola interna e bancos esportivos. Fonte: Auto Esporte
Brasil entra para Guinnes Book por terremoto de som Um evento que reuniu os apaixonados por sonorização automotiva, realizado em 2014 em Barretos (SP), bateu um recorde mundial ao gerar um terremoto apenas através do som. O recorde faz parte do Guinnes Book 2015. A façanha aconteceu durante o Insane Sound, encontro de veículos com som automotivo e usou alto-falantes de aproximadamente 600 veículos e sete caminhões ligados ao mesmo tempo. O sismógrafo registrou a marca de 6,985 mm/sg, o que equivale a um terremoto de pequena magnitude ou a explosão de 400 quilos (kg) de dinamites ao mesmo tempo.
Luzes incandescentes, LED e farol de xênon? Tá pensando em incrementar o possante? Confira as principais diferenças entre as aopções. LED: Com definição de Diodo Emissor de Luz, ele produz luminosidade a partir de um semicondutor, é muito mais econômico do que as lâmpadas halógenas e dura aproximadamente cinco mil horas. Em termos técnicos, os LEDs alcançam luminosidade de 5.600 kelvin. Xenon: é o gás utilizado em lâmpadas incandescentes, que dura cerca de mil horas. O xenônio emite até três vezes mais luminosidade do que uma lâmpada comum, proporcionando mais visibilidade lateral e em longa distância ao motorista, além de consumir menos energia que as lâmpadas convencionais, algo em torno de 35w contra os 55w do halógeno padrão, iluminando entre 2000-3200 lumens. Lâmpada halógena: é a lâmpada padrão com filamentos metálicos, mais barata e com menor poder de iluminação, comumente empregada nas motos. Elas podem ter tom mais azulados como nas Cristal/Diamond Vision, e tem em média 1000 a 1500 lumens de iluminação em 55W. Quer saber mais? Confira esse vídeo do Auto Esporte:
Saiba escolher o melhor lubrificante para seu carro O lubrificante tem papel fundamental no desempenho do carro. Mas como saber qual o lubrificante certo para cada carro? O primeiro passo é verificar, no manual do proprietário, o tipo de óleo indicado pela montadora para o motor do possante. Há três tipos de óleo lubrificante automotivo: o mineral, o semi-sintético e o sintético. A diferença está nos tipos de base lubrificante usados na fabricação. Estas podem ser produzidas nas refinarias de petróleo (mineral) ou nas usinas químicas (sintética). A Sociedade dos Engenheiros Automotivos (SAE), é quem classifica o grau de viscosidade dos lubrificantes. De acordo com a instituição, os óleos lubrificantes são divididos em dois grupos: os de “verão”, cuja viscosidade é medida a altas temperaturas (SAE 20, SAE 30, SAE 40, SAE 50 e SAE 60); e os de “inverno” (winter, em inglês), identificados pela letra W, com viscosidade medida a baixas temperaturas (SAE 0W, SAE 5W, SAE 10W, SAE 15W, SAE 20W e SAE 25W). Já as outras letras classificam o lubrificante de acordo com a especificação de desempenho criada pelo Instituto Americano de Petróleo (API), com diferentes quantidades e/ou tipos de aditivos. Para motores a gasolina e a álcool, o nível de desempenho é identificado pela letra S, de “service station” (postos de serviço, garagem) ou Spark (faísca ou centelha gerada pela vela destes motores); para motores movidos a diesel é usada a letra C, de “commercial oils”, ou de “compression”, referindo-se à forma de combustão característica desses motores. Há uma segunda letra que indica o tipo de serviço que o motor é capaz de executar (quantidade de aditivos). A qualidade é classificada por ordem alfabética: SA, SB, SC, SD, SE, SF, SG , SH, SJ e SL. Os lubrificantes SA, SB, SC e SD não estão mais…
A Hinor esteve presente em mais um evento de tuning pelo país. Realizado em Leme/SP o evento Velocidade Máxima reuniu o melhor do som. Na categoria Trio Elétrico Profissional, com 48 Cornetas o Roberto Lisi da Xplosion Sound Competition usou as cornetas Hinor e bateu recorde atingindo 170,5 dBs. Veja como foi.