Se você gosta de som mais grave e que este grave seja pesado o alto-falante mais indicado é o SW, nas versões de 15″ e 18″. Ambos reproduzem sub grave com muita qualidade. Já a linha EVO é voltada para ataque. Ou seja, este falante pode ser feito com caixas maiores chegando próximo a 100litros. Ele renderá um pico de frequência por volta de 80Hz com mais de 6dB de ganho.
A intensidade do som de um alto-falante é determinada pelo SPL e não pela potência. Sua eficiência, ou seja a SPL definirá se o equipamento produzirá mais ou menos energia sonora para uma determinada potência a ele fornecida. Um alto-falante de 100 watts, alimentado por um amplificador de 50 watts, fornecerá a mesma intensidade de som que outro de 200 watts, se tiverem o mesmo SPL. Então quando comprar um alto-falante com o objetivo de ter som mais alto avalie também o SPL dele.
Não há no Código de Trânsito Brasileiro uma regra que proíba o uso do escapamento esportivo. No entanto, seu uso precisa seguir as normas impostas quanto aos ruídos emitidos pelo mesmo. Os ruídos não podem ultrapassar os limites impostos por lei em decibéis, medidos por aparelho especializado (decibelímetro), na distância mínima de 7 metros do veículo. A questão dos ruídos também é citado no Artigo 5 da Resolução CONAMA / IBAMA nº 256/1999, que diz que os sistemas de escapamentos de carros podem ser trocados por modelos similares. A única proibição está na altura dos ruídos, que não deve ser superior aos níveis da peça original.
FullRange: são confeccionados em papel e com borda rígida com tamanhos de 3″ a 6″. Também existem aqueles com difusor de agudos, um cone menor no centro do falante com o objetivo de reproduzir melhor as altas frequências. Coaxial: composto por dois falantes em uma mesma peça – para graves (woofer) e para agudos (tweeter), tem tamanho que varia de 3″ a 6×9″ e já com a borda de borracha. Cornetas: para reprodução de frequências médias a agudas. Ele é composto por cone de plástico ou metal que pode ser separado de seu corpo principal. Triaxiais e Quadriaixiais: têm três e quatro falantes numa mesma peça para a reprodução de sons graves, médios e agudos. Cada um é produzido para funcionar melhor em cada faixa de frequência, otimizando o conjunto. Seu tamanho varia de 5″ a 6×9″. Subwoofers: falantes específicos para reproduzir sons muito graves abaixo de 120Hz. Seu tamanho varia de 8″ a 21″. São pesados e por isso é necessário muita potência para fazê-los funcionar. Woofer: muito parecido com o subwoofer, sendo a principal diferença a faixa de frequência que fica entre 100Hz a 1KHz. Possui borda rígida e seu tamanho varia de 5″ a 18″. MidBass: especificamente projetada para reproduzir frequência média-grave, em torno de 100Hz a 5KHz. Tamanho entre 5″ a 8″. MidRange: para frequências médias de 200Hz a 5KHz que pertence a praticamente todos os instrumentos musicais. Geralmente de 3″ a 4″. Tweeter: para as frequências agudas de 2kHz a 20kHz. São bem pequenos, entre 0,5″ e 3″ e confeccionados em diversos tipos de material.
Alguns players já trazem configurações pré-determinadas para alguns estilos musicais como pop ou jazz, mas que é apaixonado por som, também gosta de personalizar seus graves e agudos. Confira algumas dicas para deixar seu som equilibrado: 01: Encontre no menu do seu player os acessos as configurações de Treble (agudos), Middle (médios) e Bass (graves). Será através deles que você deixará a regulagem a sua maneira. 02: Para solucionar as distorções dos graves ao ouvir som muito alto, aconselhamos a reduzir o ganho do Bass até o áudio deixar de apresentar chiados. De certa forma, isso poderá desiquilibrar o som, mas trará ganho na percepção auditiva. 03: Em viagens longas em que o player ficará tocando músicas mais longas é recomendado o som com graves e médios acentuados. Alguns aparelhos trazem a função LOUD que fará essa configuração de maneira automática.
Nada melhor do que nosso engenheiro para falar sobre as tecnologias usadas no desenvolvimento do Kit 2 vias da Linha Carbono. Os produtos Hinor são criados para, além de alta potência, oferecer a melhor qualidade sonora.
Ainda é possível encontrar no mercado equipamentos que tem a potência medida em PMPO. Esse cálculo não é muito confiável, pois não existe padrão técnico para essa medida. Ela calcula a potência suportada por um pico de tensão com duração de milésimos de segundos. Já a potência RMS, utilizada pela Hinor, indica a máxima potência do alto-falante enquanto produz a faixa de frequência para a qual ele foi fabricado. Ou seja, a potência que ele suporta ao funcionar enquanto reproduzindo uma música completa, por exemplo.
É possível fazer mudanças e a customização do veículo, desde que as mesmas estejam dentro da lei e sigam a Resolução Contran nº 292. A multa por tunar um carro fora da lei é de R$127,54, além de adicionar cinco pontos na carteira de habilitação. 1- Motor: A mudança do motor está ligada ao aumento de sua potência. Mas, está previsto em lei que a potência do motor pode ser aumentada somente em 10%. 2- Rodas e pneus: Apesar o item ser comumente trocado, a lei proíbe que seja alterado o diâmetro, seja para mais ou para menos. Além disso, é proibido exceder os limites externos do para-lamas. 3- Faróis e chassi: O farol de xênon por exemplo, são apenas permitidos se originais de fábrica, ou para os que personalizaram o carro antes da proibição e tem o documento comprobatório.. Já o chassi ou monoblocos não podem ser substituídos. 4- Suspensão e freios: As suspensões não podem ter regulagem de altura. E os freios não podem sofrer qualquer alteração. 5- Visual: É permitido adicionar um spoiler ou um bodykit, desde que o acessório não atrapalhe a visão periférica de quem dirige, além de respeitar as medidas do carro. 6- Altura: Rebaixar o carro é permitido, mas o Inmetro deve avaliar cada caso para dar a liberação de alteração. 7- Cor: A mudança da cor está liberada, desde que o documento do carro esteja de acordo com a alteração feita. Essa exigência vale para os veículos que tiveram mais de 50% de sua pintura original alterada.
Sempre falamos de eventos tuning, carros tuning… Mas, você sabe o que significa? Se explicado em uma palavra, seria personalização. O tuning é arte de customizar um automóvel. Torná-lo “de série” em algo exclusivo e único, que se adapte ao gosto e necessidades de utilização do dono. E o seu auto é tunado?
De acordo com uma pesquisa na hora de personalizar o carro a idade do proprietário conta muito. Enquanto os jovens buscam dar personalidade, mudando a cor dos bancos e aplicando acessórios como rodas esportivas e aerofólios, os mais velhos estão focados em itens de segurança como a película antivandalismo. E você o que escolheu para o seu possante?