Categoria: Dicas

Como conseguir a placa preta para carros antigos

Todo fã de carros antigos sabe que portar a placa preta valoriza o veículo e dá até certo status ao dono, mas também sabe que para conseguir permissão para colocá-la exige paciência, permissão por parte de algum clube automotivo e o cumprimento de alguns quesitos básicos. Separamos algumas dicas de como conseguir esse item tão estimado. 1. O carro será submetido à avaliação por parte de um clube automotivo, que deve estar devidamente credenciado pelo DENATRAN ou pela FBVA. Pesquise bem e veja quais as exigências de cada clube para certificação, pois algumas costumam ser bem específicas. 2. Somente carros com mais de 30 anos podem tirar a placa preta, ou seja, somente carros que foram fabricados antes de 1981. 3. Fique atento à itens como pintura, limpeza, cor, itens de série, bom estado. A maioria dos clubes exige que 80% das peças originais estejam no veículo. 4. Muitas alterações no interior e exterior não permite a certificação do veículo. As cores, tecidos, costuras e desenhos devem seguir a mesma linha do original. A Ferrugem também pode atrapalhar. “Mexer” no motor, nem pensar! O Objetivo de todas essas exigências é preservar a história, portanto, se seu veículo conseguir a placa preta, este passa a ser considerado de coleção. A partir daí, cuide bem dele, para que o passado esteja sempre presente e em bom estado circulando em nossas ruas.
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Universo Tuning #56

10 costumes que acabam com o carro rapidamente Existem diversos fatores no nosso dia-a-dia que diminuem a vida útil dos veículos. Estradas esburacadas, defeitos de fábrica e combustíveis adulterados são um bom exemplo disso. Além dessas situações inevitáveis, existem uma série de “manias” difíceis de largar e que acabam com o carro rapidamente. Esses vícios são constatados nas oficinas mecânicas que estão cheias de carros com problemas ocasionados por erros frequentemente cometidos pelos motoristas. Confira quais são dos 10 costumes que mais acabam com o carro e se livre deles, de uma vez por todas! 1) Andar com combustível na reserva; 2) Passar em lombadas ou valetas na diagonal; 3) Encostar as rodas na guia (meio-fio); 4) Girar o volante com o veículo parado ou com as rodas coladas na guia (meio-fio); 5) Descansar o pé na embreagem; 6) Passar em áreas alagadas; 7) Descer a serra desengrenado (em ponto morto); 8) Dar arrancadas e reduzidas intensas; 9) Usar óleo vencido; 10) Andar com o carro desalinhado. Fonte: Globo.com
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Projeto para Caminhonetas

Está com dúvidas sobre como montar o som da sua caminhoneta sem estragar seu carrão? Então se liga nesse novo projeto que a Hinor separou para deixar seu som ainda mais perfeito! – O projeto abaixo é especial para caminhonetas, como: Strada, Saveiro, S10, Montana, entre outras; – Este projeto é para caixaria estilo PANCADÃO; – Este tipo de caixa possui o nome de caixa pancadão escorregadiça para GRAVES FORTES de ATAQUE; – A diferença dessa caixa em comparação com as outras, é que ela possui mais graves de ataque. Sendo assim, elas vão mais longe que as outras; E o mais importante, a principal característica desse projeto é que o GRAVE ATINGE uma MAIOR DISTÂNCIA!
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Definindo o melhor sistema de som automotivo

O melhor sistema de som automotivo é resultado de vibrações de um corpo (membrana, cone, corda, etc.) com frequência aproximadamente compreendida entre 16Hz e 20KHz. Além disso, é preciso que o corpo vibrante se encontre em um meio material adequado para se propagar (no nosso caso o ar). Essas vibrações causam variações de pressão no meio material (o ar) e que atingindo a membrana do tímpano a fará vibrar com a mesma frequência que o objeto produtor do som. Podemos dividir o sistema de som automotivo em três faixas básicas de frequência: • Graves: É formado por frequências baixas. É normalmente o que dá corpo ao som. Como exemplo, o som de um bumbo de uma bateria, o som de um contrabaixo, etc. • Médios: São sons situados na faixa média de frequências de áudio. A voz humana é bom exemplo de som tipicamente formado por frequências médias. • Agudos: São sons situados na faixa de frequências altas. Os sons metálicos como o gerado por um prato de uma bateria é um exemplo de som agudo. Em um sistema de som automotivo básico, normalmente são usadas três vias, que são divididas entre: grave que é feito por alto-falantes de 12” ou 15”; médio alto que é feito pelos drivers e agudos que é feito pelo super tweeter. Este tipo de sistema já pode ser considerado bom, pois é possível identificar os timbres dos instrumentos nas músicas com clareza. Porém, se o seu negócio for qualidade irá precisar de pelo menos mais uma via para ter o sistema completo. Em algumas regiões do país o sistema de quatro vias está presente inclusive em carros de grande porte com elevado número de alto-falantes. Neste caso o sistema é dividido da seguinte forma: *Sub grave feito por alto-falantes de 15” ou 18”, esta via…
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GPS – Global Positioning System

Foi-se o tempo em que ter um GPS no carro era uma ideia distante. E como toda boa e (não tão) velha tecnologia que barataria na hora de escolher o GPS ideal dentre as milhares de opções, é preciso ficar esperto em características como o processador e memória RAM do aparelho. Isso porque, para os navegadores novos funcionarem bem (ou mesmo os antigos com todos os recursos e novidades disponíveis), o ideal é ter um processador de 400 Mhz ou mais e 128 MB de memória RAM. Por enquanto, com os roteiros e atualizações já desenvolvidos até agora, está de bom tamanho. Apesar disso, é bom prestar atenção: a maioria dos aparelhos continua sendo comercializados com 64 MB de RAM. O grande problema é que, se você utilizar navegadores completos, estará sujeito a famosa expressão “Out of Memory” (Falta de Memória) e o consequente reset do aparelho; uma situação não muito gratificante. Resumindo: seu GPS não aguenta o sistema operacional do navegador e passa a te deixar na mão com frequência. Outra situação que merece cuidado é o incrível volume de promoções de GPS com tela de 3,5″ e resolução 320×240. Não que haja alguma irregularidade com eles, mas, vale saber que tantas promoções incríveis têm uma razão de existir não tão incrível assim: hoje em dia, os novos navegadores (e até mesmo os extras, como as skins do navegador) estão sendo lançados exclusivamente para GPS com telas de 4,3″, 5″ ou 7″ e resoluções 480×272, 480×234 e 800×480. A boa notícia é que, segundo teste realizado pela PRO TESTE, as diversas marcas de aparelhos disponíveis no mercado têm a qualidade aprovada. Ou seja, não importa qual a marca do GPS, e sim, o navegador que ele utiliza. Segundo a pesquisa, vale investir em qualquer uma das 3 versões do…
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Filosofando não, PNEUMATIZANDO.

Os pneus rendem muito mais assunto do que normalmente escutamos por aí. Nem todos sabem, por exemplo, que pneus têm índice de velocidade máxima e estão sujeitos a fritar, superaquecer ou, literalmente, se desfazer. Nem todos sabem, também, que pneus possuem índice de carga, direção de rodagem, formatos especiais e data de validade (a matrícula DOT, gravada no pneu, onde os dois primeiros algarismos indicam a semana e os outros o ano de produção). Pneus com mais de 5 anos, por exemplo, entram em processo de deteriorização e, portanto, são um mau negócio. Cada pneu tem uma calibragem específica, e muitas vezes, achar o ponto certo não é uma tarefa lá muito fácil. A calibragem deve ser feita com os pneus frios, tendo rodado no máximo 2 quilômetros. Realmente não adianta querer calibrar co os pneus quentes: o ar de dentro tende a se expandir e aumentar a pressão interna, e quando os pneus esfriam, acabam murchando… E aí, adeus ponto de calibragem! Infelizmente, a maioria dos postos de gasolina não possuem calibragem com nitrogênio, mas, essa é uma ótima pedida: o gás mantém a pressão do pneu mais constante e , se ocorrer alguma alteração na pressão, ela será bem pequena. Tomara que essa opção, que é literalmente uma mão na roda, pegue logo no Brasil.
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A real potência do sistema de som – Parte II

Conforme prometido, hoje vamos esclarecer mais algumas dúvidas sobre a potência do sistema de som! Como fazer com que as baterias consigam manter sua carga pelo período desejado? Ao analisar um veículo com injeção eletrônica que consome em média, no mínimo 25 Ah para funcionar, e que disponha de um alternador de 40 Ah, haverá disponíveis apenas 15 Ah para carregar as baterias auxiliares (isto desconsiderando consumos extras como aparelhos de CD/DVD, alarme, faróis, etc.). Outra solução seria adicionar mais alternadores ou aumentar os já existentes. Nestas situações também se deve tomar algumas precauções, como: – Cada alternador deverá ter uma linha de alimentação distinta. Ou seja, se tivermos seis baterias, devemos colocar duas para cada alternador, cada um com um cabo do positivo para as baterias; – Alguns cometem o erro de “jampear” os positivos dos alternadores. Isto fará com que o alternador que tenha a maior tensão fique sobrecarregado, bloqueando os outros dois. Nestes sistemas somente os negativos devem estar “linkados” e o ideal é que os amplificadores tenham os cabos de alimentação trazidos diretamente dos pólos positivos e negativos das baterias. O terminal negativo da bateria original e o ponto de aterramento do carro também devem ser reforçados, ou seja, trazer um reforço do negativo da bateria original, referenciando ao longo da carroceria, uma vez que ela não pode ser considerada uma boa condutora de corrente; – Deve-se também às especificações dos alternadores. É o caso, por exemplo de quando se trata de carros com motores pequenos, que não podem receber alternadores muito grandes devido as suas limitações. Em relação aos mega capacitores, quando e como devo utilizá-los? Os mega capacitores devem ser colocados a no máximo 15,0 centímetros do amplificador e têm como objetivo “corrigir” a corrente, ou seja, quando o amplificador necessita dela, este libera…
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A real potência do sistema de som – Parte I

De nada adianta usar amplificadores de alta potência se não conseguimos fornecer a alimentação adequada para tal. A partir desta afirmação, pode-se concluir facilmente que a real potência que pode ser reproduzida por um sistema de som está diretamente relacionada à alimentação do sistema, seja através de baterias, alternadores, fontes de tensão ou geradores e de acordo com a necessidade e aplicação. No post de hoje e também na publicação de amanhã, iremos esclarecer algumas dúvidas frequentes sobre a potência do sistema de som! Como identificar o consumo do sistema? Pode-ser dizer que um amplificador que possui um fusível de 80 A, consome esta corrente (quando na potência nominal) por hora, ou seja, pode-se dizer que o consume será de 80 Ah. Se no sistema tivermos um consumo de 320 Ah (4 x 80 Ah). Algumas pessoas acreditam que ao adicionar quatro baterias em paralelo, o problema estaria resolvido. Como se sabe, uma bateria fornece energia de acordo com sua especificação (45 Ah, 70 Ah, etc.), porém com o passar do tempo e em função do consumo, a tensão da mesma diminui, e para que continue alimentando o sistema, ela precisa ser recarregada. É claro que, para alguns estilos de música, as baterias do sistema irão manter a sua carga por mais tempo, enquanto que para outros estilos, a carga será consumida mais rapidamente. O maior consumo de corrente acontece ao reproduzirmos frequências graves (subgrave e médio grave – faixa compreendida entre 20 Hz e 250 Hz), portanto músicas dos estilos Rap, Funk, R&P, entre outros, tendem a consumir uma maneira mais rápida a energia armazenada pela bateria, diferentemente de música nos estilos Forró, Sertanejo, Heavy Metal e MPB, onde o grave não é enfatizado. Como deve ser um sistema ideal? A bateria deve ser testada com carga. Baterias com…
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A diferença entre o Driver HDC1000 e o HDC2000

A Hinor tira a sua dúvida! O conjunto magnético do HDC2000 é maior, sendo assim, possui maior fluxo magnético o que proporciona maior sensibilidade, sobressaindo quando a questão é campeonato. Sendo que nesta modalidade qualquer ganho é sempre significativo. E o corte de frequência pode ser o mesmo, funcionando com capacitor de 22uF/100V. Está em dúvida sobre algum produto ou montagem de som? Manda pra gente, a nossa equipe ajudará sempre que possível! (:
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Escolha o amplificador correto para o seu sistema

Primeiramente você precisa saber a potência de cada peça que você terá em seu sistema, bem como a impedância da mesma. Uma vez conhecidos estes valores, você deve somar as potências reais (RMS) e as impedâncias caso você trabalhe com elas em série. Caso opte por trabalhar em paralelo, deverá somar as potências e os inversos das impedâncias, o inverso desta soma será a impedância equivalente. Outra questão que deve-se ter cuidado ao escolher um amplificador, diz respeito à resposta em frequência do mesmo, ou seja, quais as faixas de frequência que ele conseguirá reproduzir sem perder seu ganho. Assim, para drivers e super tweeter busque um amplificador com resposta plena (FULL, 20 a 20.000 Hz). Para os alto-falantes do sistema,  a situação não é tão crítica, uma vez que o ideal é um amplificador que responda bem de 20 a 3.000 Hz. Está em dúvida sobre algum produto ou montagem de som? Manda pra gente, a nossa equipe ajudará no que for possível!  (:
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