O nitro aumenta o desempenho do motor no momento quando é utilizado, fazendo com que o automóvel desenvolva muito mais velocidade nas estradas. O nitro, é uma abreviação para como o óxido nitroso (ou protóxido de nitrogênio) é chamado no meio automobilístico. Esse gás é incolor e se apresenta na natureza com duas partes de nitrogênio e uma de oxigênio, consistindo na fórmula química N2O. Como agente inalatorio, é usado na área medica e odontológica, esse composto tem ações anestésicas fracas quando inalado, mas traz efeitos analgésicos mais significativos e diluição sanguínea pouco eficaz. No setor industrial é famoso o seu uso nos motores de carro. O nitro (oxido nitroso) é usado nos motores de automóveis com objetivo de aumentar sua potencia, aumentar de forma instantânea o torque e o desempenho da maquina. O gás fica armazenado dentro de um cilindro, na maioria das vezes é instalado no porta-malas do carro, e é acionado pelo condutor do veiculo. O gás liberado provoca uma explosão muito maior dentro de cada câmara de combustão do motor e o carro chega a altas velocidades. O ganho de potência pode chegar a até 40% sobre o normal da máquina, perdurando por um período de 15 a 45 segundos, dependendo do tamanho do compartimento traseiro, mas aumentando até 80% do consumo de combustível ao longo do processo, em compensação. O nitro fica armazenado no cilindro na forma liquida e sob uma altíssima pressão, quando o motorista aciona a liberação do nitro, através de um controle no painel do carro, o N2O em estado liquido é desprendido por uma válvula ate o motor do carro, onde se transforma para o estado gasoso. O gás resfria o ar interno do equipamento, e com gases frios ocupam menos espaço permitindo maior injeção de combustível e mais moléculas de…
Independente se você inverter ou não a posição do seu alto-falante a potência dele continuará a mesma. Muitos apaixonados por som automotivo preferem inverter o alto-falante pela questão da estética, por gostarem do aspecto visual com o equipamento invertido. Pode ficar tranquilo, seu equipamento não irá queimar mais facilmente se você inverter ele. Porém fique atento: é preciso inverter a polaridade da alimentação desse alto-falante para que o mesmo trabalhe corretamente. Quando se está na fase de planejar seu sistema e você já sabe que irá utilizar a bobina para fora você pode desconsiderar o volume ocupado pelo alto falante na hora de construir a caixa.
Potência, eficiência e volume: como entender esses três pontos? Você gosta de som. Gosta de ouvi-lo alto. Gosta de contagiar as pessoas com ele. E quer fazer tudo isso com qualidade, certo? Então, você precisa compreender os três principais itens do som automotivo: potência, eficiência e volume. O nosso engenheiro, Maichel Gerstberger sempre ressalta que colocar a potência em primeiro lugar é um erro. Isso porque, os alto-falantes são medidos através de sua eficiência. Esse é o motivo pelo qual você provavelmente já ouviu um alto-falante de menor potência tocando mais do que seu concorrente com potência maior. “É importante lembrar que potência é apenas o que o alto-falante suporta. Se ele tem por exemplo 1.000W rms esta é a potência que pode ser aplicada nele sem que o mesmo sofra danos elétricos ou mecânicos. O que difere potência e volume? Como você já sabe a potência é o máximo que pode ser aplicado a um sistema. Por exemplo, um sistema com dois alto-falantes de 500W rms pode receber até 1000W rms de potência. Já o volume é a faixa de ganho que está sendo aplicada. No caso de um aparelho de CD que vai até o volume 50, a máxima potência será aplicada quando o volume estiver no máximo. Salvo a questão das distorções que é assunto para outro artigo. E se você tem procurado por uma potência ideal para o som de sua caminhonete, esqueça. É preciso pensar em equilíbrio e para isso o conselho é investir em itens da mesma família. Agora, se você curte som alto é preciso tomar alguns cuidados com a nossa legislação para evitar dor de cabeça. Recentemente o Código Brasileiro de Trânsito sofreu alterações e uma nova maneira de fiscalização do excesso de som está em vigor. Você pode entender melhor sobre…
A caixa amplificada da Hinor Box trio 1500 LED tem 500 W de potência. Contém dois alto-falantes de 12″ polegadas, um driver e um super tweeter. Possuem leds em seus alto-falantes que brincam conforme o ritmo da música. Ela já vem com amplificador, pronta para instalar.
Para quem gosta de cálculos na hora de montar o sistema de som, vamos explicar como escolher o amplificador. Em primeiro lugar é importante saber a potência de cada peça, bem como a impedância da mesma. Depois, deve-se somar as potência reais (RMS) e as impedâncias caso você trabalhe em série. Já se o sistema será paralelo, deverão ser somadas as potências e os inversos das impedâncias. O inverso desta soma será a impedância equivalente ao amplificador. Outra questão que se deve ter cuidado ao escolher um amplificador diz respeito à resposta em freqüência do mesmo. Quais as faixas de frequência que ele conseguirá reproduzir sem perder seu ganho? Assim, para drivers e super tweeter busque um amplificador com resposta plena (FULL, 20 a 20.000 Hz). Para os alto-falantes do sistema, a situação não é tão crítica, uma vez que o ideal é um amplificador que responda bem de 20 a 3.000 Hz.
A intensidade do som de um alto-falante é determinada pelo SPL e não pela potência. Sua eficiência, ou seja a SPL definirá se o equipamento produzirá mais ou menos energia sonora para uma determinada potência a ele fornecida. Um alto-falante de 100 watts, alimentado por um amplificador de 50 watts, fornecerá a mesma intensidade de som que outro de 200 watts, se tiverem o mesmo SPL. Então quando comprar um alto-falante com o objetivo de ter som mais alto avalie também o SPL dele.
Audi Q7 ganha prêmio de produto do futuro Duas inovações presentes no novo Audi Q7 e no no Audi TT 2015/2016 foram as eleitas no Prêmio Produto do Futuro, da revista americana Popular Science. O prêmio é oferecido apenas a produtos que se destacam dos demais e têm potencial de mudar a vida das pessoas para melhor. A primeira inovação foi o cockpit virtual um painel de instrumentos inteiramente digital, projetado para aprimorar a experiência centrada no motorista com o emprego de gráficos 3D, em um único display TFT de 12,3 polegadas, e uma iluminação otimizada. A segunda foi o sistema Multi Media Interface (MMI), que possui interface de usuário intuitiva, onde as funções são operadas por comando de voz, um volante multifunção tradicional e um touchpad que reconhece sinais e gestos com o dedo. Tanto o cockpit virtual quanto o sistema MMI foram projetados para exigir menos atenção do motorista do que com os sistemas convencionais, minimizando as distrações e permitindo que o motorista concentre-se apenas em dirigir. Fonte: Revista AutoMotivo
Como nasce um Dodge Challenger Hellcat Neste ano, vimos ser lançado o Dodge Challenger Hellcat, o muscle car com a maior potência de fábrica da história: 717 cv! Desde que foi lançado, em 2008, o Challenger é basicamente o mesmo carro retrô, baseado no Challenger da década de 70, com componentes Mercedes-Benz e motores que vão de um V6 Pentastar de 3,6 litros, ao todo-poderoso Hemi, dos 717 cv, de 6,2 litros com supercharger. Mas, até poder sair rodando pelas ruas, milhares de componentes precisaram ser unidos da forma correta como um enorme quebra-cabeças cuspidor de fogo, assim: Hellcat VIN #0001 Build from barrettjackson on Vimeo. O exemplar do vídeo é nada mais nada menos, do que o primeiro exemplar do Challenger Hellcat feito no mundo: Hemi 6.2, supercharged, de 717 cv, 89,8 mkgf de troque e uma estonteante pintura exclusiva Stryker Red, aplicada à mão, com várias camadas de vinil vermelho translúcido sobre uma base preta brilhante. Animal!
Com um poderoso motor 6.2 V8 com compressor mecânico de 717 cv de potência e 89,8 kgfm de torque, a Dodge afirma ter criado o sedã mais potente e rápido do mundo, ultrapassando o Mercedes S65 AMG, que detinha o título até então. Com sobrenome SRT Hellcat, o Charger alcança os 100 km/h em 3,7 segundos e a velocidade máxima chega a 328 km/h. O muscle car ainda conta com transmissão manual de seis velocidades, ou automática de oito marchas, e também com sistema de chaveamento capaz de liberar parcialmente ou integralmente a fúria existente debaixo do capô. O visual agressivo do esportivo fica por conta da grade frontal única, do capô com entradas de ar feitas de alumínio e das luzes de LED que contornam os faróis. Os bancos foram redesenhados para maior conforto dos passageiros e o volante é multifuncional, com controle de velocidade, sistema de som e comandos para acessar o telefone. Fonte: AutoEsporte
Ford divulga dados técnicos do Novo Mustang Nesta semana, a Ford finalmente divulgou os dados técnicos dos motores que equiparão as versões do novo Mustang. O modelo de entrada terá um V6 3.6 com 300 cv de potência e 38,7 mkgf de torque. O 2.3 EcoBoost turbo entrega 310 cv e 44,3 mkgf. Já o Mustang GT, top de linha, traz sob o capô um V8 5.0 de 435 cv e 55,3 mkgf. Os três podem ter transmissão manual ou automática (opcional), ambas com seis velocidades. Segundo a Ford, a caixa manual de seis velocidades vem com novas relações de marcha para aumentar a precisão dos engates, além da alavanca, que ficou mais próxima do motorista. Já a opção automática traz borboletas atrás do volante, para facilitar as trocas de marcha.